Quando cada segundo vale a pena…

Atibaia, 20 de maio de 2019.

Ouvindo “Never let me go” – Alok.

Esse post começa 2 semanas atrás, em um churrasco na casa dos meus pais. Já tinha rolado uma cervejinha e uma margarita a mais e de repente, Lu viu que Alok viria para Bragança tocar numa festinha que aconteceria à tarde. Apesar de ser domingo, animamos e compramos os ingressos – nós, meus irmãos e cunhados.

Enfim chegou o dia. Confesso que vivia um desassossego; tinha sido uma semana complicada, muita coisa no trabalho e Beni e Mimi doentinhos, cada dia uma coisinha diferente. Semana assim é sempre pura exaustão… ainda mais! Se é que é possível…

O domingo amanheceu com tempo bom mas rapidinho o céu fechou, esfriou e se vestiu do traje típico: o dia da preguiça. A chuva não dava trégua e no meio da tarde, perdemos 2 soldados. Fred e Nat desanimaram de ir, ainda mais por terem que voltar pra SP.

Confesso que o sentimento era de vontade de colocar um pijama e atualizar aquela série que todo final de semana eu digo que vou recomeçar e/ou terminar. Mas minha mãe tinha se prontificado a ficar com os meninos e eu e o Lu temos uma regra: ‘se nos dedicamos tanto ao trabalho ou aos nossos filhos ou a qualquer coisa que nos comprometemos, por que não nos dedicarmos em nos divertir também?’

Olhei pra Fê e resolvemos: “Bóra!”

Samuca foi dirigindo e Lu parecia uma criança feliz no carro tomando catuaba com energético. Esses momentos são tão raros que ele sempre se empolga – rs.

Chegando lá, fomos investigando o melhor lugar para termos visibilidade e ao mesmo, ficarmos fora da muvuca. Encontramos o local ideal antes do início do show. E então, começou.

O que dizer de alguém que começa a sua apresentação falando sobre sua frase favorita?

“O que faz seu coração vibrar mais forte? O meu, é a música. E através dela consigo me conectar, criar histórias, compartilhar sorrisos, eternizar momentos com as mais diversas pessoas do mundo inteiro: e uma delas é você! Eu e meu irmão tivemos o privilégio de crescer sob a influência dos nossos pais, que também são DJs. E esse passou a ser o caminho correto, que eu sempre acreditei. Mas com o tempo, me disseram que minha história era difícil de acontecer, mas eu não desisti. Eu sempre acreditei e fiz o possível até que o impossível acontecesse. Se te disserem que o seu sonho é impossível, viva o impossível!”

Depois daquela entrada triunfal, daquelas luzes que pareciam abrir um portal para um lado ainda mais bonito do Universo, eu me entreguei. Era como se a vibração da música passasse a ser meu fio condutor de energia. A batida perfeita.

A lua dava um espetáculo à parte, iluminando tudo!

Pensei na alegria daquele momento. Naquela pulsação maravilhosa. No quanto certamente aquele seria um momento que ficaria guardado pra sempre nas memórias especiais. Curti. Vivi. Vibrei. Dancei. Intensamente. Maravilhosamente.

Como é bom ‘dançar como se ninguém estivesse olhando’.

Agradeci ao Universo por aquele momento. Agradeci por ser mãe e por aquele momento ter um gosto ainda mais especial e singular – já que eles são raros. Pensei nos meninos, no quanto estar bem e feliz comigo me ajuda a fazê-los bem e felizes com eles mesmos.

Foi mágico. A batida perfeita.

“Levei minha vida inteira só para sentir isso
Agora todos esses sentimentos nunca me decepcionam…

Valeu, Alok.
Vida longa a este trabalho incrível.
Que sua energia chegue a tantas pessoas quanto possível, e que propague esta sensação incrível de fazer o coração vibrar!

L.

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