Família é lar.

Atibaia, 22 de novembro de 2019.

Ouvindo “Your Song” – Elton John (e com lágrimas nos olhos)

Foi um ano de planejamento. Todo mês, o depósito agendado esperando pelo feriado de 15 de novembro. Saudade, ansiedade, alegria, tristeza pelas perdas no caminho, oração pela recuperação de entes queridos; estávamos lá, diariamente trocando boas energias e fazendo a contagem regressiva.

Enfim, chegou o dia.

Decidimos ir antes para Juiz de Fora para que os meninos conseguissem baixar a ansiedade, afinal de contas, saberíamos que não seria uma viagem das mais tranquilas pelas horas de estrada.

E batata! Em alguns momentos quando o caos se instala, além de perder as estribeiras a gente pede uma ajuda divina, que chega rapidamente em forma de uma pequenas pausa para o sono das crianças. Mimi ainda dormiu um pouquinho. Já Beni fechou os olhos por 13 minutos. T R E Z E minutos em uma viagem de durou mais de 7 horas – rs.

Chegamos, enfim. Tinha escolhido um hotel que estaria perto da chácara onde seria nossa festa, e também gostei das opções de lazer.

Estava chovendo. Muito! Toda área de lazer era fechada, ou seja, pais cansados e sem criatividade com filhos agitados dá no quê? Merda! rs
Entrando no quarto, Miguel se empolgou tanto em pular de uma cama pra outra que quebrou o abajur. Eu que já estava sem energia, nem consegui falar nada.

Descemos pra almoçar por volta de 15h30 e enfim, nossa ‘luz’ chegou em forma de uma família de saguis, fofinhos que só!

O tempo passou, as crianças enfim acalmaram e dormimos.

À noite, uma tempestade que parecia de filme de terror. Nunca ouvi nada igual. Eu, que viro pedra à noite, acordei. Percebi que os meninos seguiam em seus sonos angelicais e voltei a dormir.

Quase 8 da manhã eles acordaram; milagrosamente passaram das 6h e isso trouxe grande alegria! Tomamos café e fomos enfim, rever minha família.

Chegando na chácara, é inexplicável traduzir o que senti. A felicidade era tamanha que transbordou em forma de lágrimas. Um abraço caloroso e demorado em cada um dos entes queridos trouxe uma energia extra e a certeza de que tenho muito mais a agradecer que a pedir.

Foram três dias maravilhosos, recheado de surpresas, choro, gargalhadas, comida boa, lembranças, saudade, crianças brincando e felizes, muito chopp e criação de novas recordações.

Retrospectiva que emocionou, almoço que fez a gente reviver os domingos na vó, amigo oculto como nos velhos tempos e preparativos para o próximo ano.

Que seja recorrente esta nossa vontade de estarmos em família, de voltar para nossas origens e nos preencher de colo, aconchego, algumas discussões e reconciliações, sinceridade, carinho, afeto e muito amor.

Família é lar!

Que venha nosso segundo encontrão!

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