Atibaia, 28 de outubro de 2019

Ouvindo “They can’t take that away from me” – versão de Stacey Kent

Há 2 meses voltei a fazer terapia. E foi uma das coisas mais gostosas deste semestre: primeiro, porque a Mari faz todas as sessões ficarem muito leves – mesmo quando as questões são mais pesadas. E segundo, porque ela vem sendo o meu instrumento de aprendizado sobre novas terapias, deste que é um dos assuntos que mais gosto e me sinto à vontade de mergulhar na vida.

Tempos atrás, falamos sobre uma análise corporal que ela faz para avaliar quais seriam as melhores ferramentas para utilizar no processo individual dentro da terapia psicocorporal.

Venho lendo Lowen, Gerda, Osho, Krishnananda, Reich, biodinâmica, bioenergética, barras de access, corpo explica e cada vez que leio algo fico mais fascinada e peço pra ela se aprofundar nas técnicas – rs.

Cada uma com um objetivo. Cada uma que traduz um tipo de mergulho. E este processo tem sido delicioso e lindo! Mas hoje foi especial… hoje foi a primeira vez que experienciei a terapia de casal.

Explico: como agora eu e o Lu efetivamente temos nossa empresa e temos passado muito mais tempo juntos, enxerguei em algumas ferramentas a possibilidade de – em terapia – encontrarmos onde estão nossos pontos fortes e fracos, a partir do autoconhecimento. Isso nos ajudaria a ter mais consciência e clareza quando tivéssemos que discutir sobre algum assunto e até entenderíamos o que o nosso corpo e nossas estruturas dizem sobre as experiências, sobre como nosso comportamento se traduz inteiro e o quanto é possível nos ler e entender melhor apenas pela análise corporal; não a de gestos, mas a física mesmo.

Acho o tema fascinante. Contei minha ideia pra Mari, que topou atender a gente junto. Nossa anamnese aconteceu hoje, e eu me diverti – e aprendi – muito!

Enquanto estávamos lá, pensei em como sou privilegiada por ter alguém que não acha isso besteira, e que também enxerga valor nessas experiências topa crescer e seguir junto comigo.

Pensei em como os casais poderiam experimentar essa terapia como forma preventiva e tão complementar para que esta seja uma jornada mútua de melhoramento individual; quando estamos bem pra gente, estamos bem para o mundo.

E o que me fez rir muito: parte do ‘diagnóstico’ de um dos arquétipos que formam o Lu o traduz como “encantador”. Quem o conhece sabe, o sorriso escancarado, olhinhos fechados e o abraço esmagador não mentem. Ele tem mesmo magnetismo. Descobri o que me laçou naquele 24 de agosto de 2007… sabia que tinha algum fascínio por trás do olhar daquele “chatinho falante”.

Foi exatamente a palavra ‘encantador’ que eu usei para enviar o primeiro e-mail pra ele – e assim, tentar algum contato:

Uma semana depois ele disse que nunca viu o e-mail porque tinha perdido a senha, mas já nos falávamos por msn e trocávamos SMS pra ajudar na nossa comunicação.

Este post é só pra dizer que eu amo esse cara! E que eu amo compartilhar a jornada da vida com ele…

Mari, obrigada por tanto. Tem sido demais!
Pra quem é de Atibaia e quiser conhecer o trabalho da Mari, está aqui o Instagram dela. Ela também atende no Ponto de Luz.

Hoje foi demais… não dava pra passar ilesa.
Meu beijo,
L.

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