Publicado em Coragem, Experiência, Gratidão, Vida real

Curso Conquer – Inteligência Emocional

Atibaia, 4 de maio de 2020.

Ouvindo “The Way You Look Tonight”, do meu cantor favorito Rod Stewart

Foi o Lu quem me contou que a Conquer tinha liberado gratuitamente o curso de Inteligência Emocional nesta quarentena, porque ele sabe o quanto me sinto atraída por assuntos como esse.

O tempo foi passando e pensei que não conseguiria incluir meus estudos no dia a dia, mas um e-mail lembrete na semana passada me ajudou a ter como meta me permitir este presente.

Realizar as aulas, os exercícios em tempo real, mergulhar naquele que se transformou em meu momento de meditação diários me trouxe uma experiência linda!

Foi muito mais que simplesmente adquirir novos conhecimentos. Foi um processo onde encontrei minhas forças. Foi a revisão de tudo que poderia ser melhor durante esta quarentena.

Foi a descoberta de que meu otimismo e olhos de enxergar o extraordinário no ordinário é uma habilidade que muitos não possuem e que pode ser treinada a partir do que se chama ‘ativação reticular’.

Foi o treino da Comunicação Não Violenta para discutir assuntos com meu marido, que também é meu sócio e tentar ativar muito mais o lado racional do meu cérebro que o emocional, que gerava antes tanto desgaste na comunicação.

Foi a rotina estabelecida como um dos pilares da felicidade. E que trouxe resultados desde o dia um.

Foi a descoberta de que meu repertório de vida me fez chegar à conclusão que trabalhar com cultura organizacional é minha grande paixão, e que, apesar de não ser formada na área, sempre imprimi esse meu lado em absolutamente todos os lugares por onde passei.

Foi a descoberta que ainda tenho um longo caminho na prática do autoconhecimento e da gestão das minhas emoções.

Foi ver que inacreditavelmente minha maior habilidade está na sociabilidade, o que quebrou de vez minha crença limitante de que não me dou com ‘gente’ apenas pelo fato de observar mais e ter mais escuta ativa que ter o tempo todo tempo de fala. Descobri que isso é uma baita qualidade.

Fazer este curso foi descobrir que tenho ainda pontos de melhoria para transformar o modelo reativo em modelo antifrágil, mas que com exercícios práticos, é possível.

Ao responder ‘Quem sou eu’, me dediquei a olhar pra dentro e focar na essência, em quem eu sou e não em quem ‘estou’.

Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem

Pude de maneira muito prática encontrar meu propósito de vida.

Usando minhas capacidades de comunicação afetuosa, olhar sensível e escrita eu pretendo levar mensagens e experiências de amor e cuidado para minha família, meus filhos, meu marido, meus clientes, amigos e desconhecidos como a propagação de prosperidade para então me sentir plena por ter encontrado meu lugar e realizado minha missão no mundo.
{Meu propósito de vida}

Este curso representou muito mais que 10 horas de conteúdo.

Representou uma série de novos conceitos, novos olhares, quebra de paradigmas. Foi um grande presente nesta quarenta.

Estudar faz meu coração vibrar.
Meu beijo,
L.

Publicado em Família, Filhos, Gratidão, Vida real

Casa de vô, casa de vó

Atibaia, 12 de março de 2020.

Ouvindo “I say a little prayer” – Aretha Franklin

Tentei chegar da casa da minha mãe ontem e escrever este texto, mas ando tão exausta de computador por conta do meu trabalho que preferi me deitar e desanuviar a mente assistindo ao Saia Justa no GNT seguido da estréia do programan Caminho Zen, com a Monja Cohen e a Fernanda Lima.

Mas hoje, era questão de honra.

Porque sinto uma urgência em tentar registrar os detalhes do que me é importante, das rotinas que eu gosto muito, que me norteiam. Beni é um pouco assim também… ele precisa saber qual será o passo seguinte, quais serão nossos programas do final de semana, qual a ordem dos aniversários da família no calendário. Saber o que virá traz calma na alma pra ele. Costumava chamar isso de ansiedade, mas hoje, racionalmente falando, vejo que ele puxou a mim. Não é ansiedade o nome disso, mas sim, segurança.

Pois em nossa rotina semanal, toda quarta-feira é dia de ir visitar a vovó Nina e o vovô Pepê. Eles ficam felizes porque sabem que na casa do vô e da vó é sempre uma festa…

Meu pai nunca deixa faltar cookies ou calypso, e sempre coloca num local estratégico pra eles alcançarem quando chegam na casa deles.

-“Qual suco eles mais gostam?”, ele me pergunta
-“Pai, eles vão tomar o que tiver!”, eu digo

Já que não foi a resposta correta, por observação ele se liga que não pode faltar na casa dele água de coco e sucos de limão, tangerina e uva – bebidas favoritas dos netos mais novos. Dudu já prefere a cervejinha!

Lanchinho garantido, depois lá vai Mimi abrir o congelador da geladeira que fica na parte debaixo para procurar um gelo ou um picolé. E lá vão eles pra fora se lambuzar… (mas não sem antes escutarmos um “vó, mãe, fica aqui comigo?”)

Depois de se saciarem, normalmente vão ver o que está passando na TV. Beni já prefere assistir jogos com o meu pai enquanto Mimi é mais aberto para as sugestões de filmes novos que minha mãe coloca e assiste com ele.

Aqui em casa, eles raramente me deixam escolher um programa novo. O mérito é todo dela, que entra neste mundo lúdico junto de seus netos. Grita se vê um dinossauro, vibra quando o vilão é derrotado, abraça eles quando tem uma cena de perigo ou susto. É emocionante poder viver isso com eles.

Passado algum tempo, lá vem Mimi com a pergunta de sempre:
– “Mamãe, trouxe meu pijaminha?”

Se ele perguntou, já sei que é porque o vovô chamou os meninos para a hora do banho. Os xampus são de heróis como eles gostam, minha mãe normalmente seca eles e põe o pijaminha e depois, penteia o cabelo deles e passa perfume.

Depois deste ritual, Mimi normalmente se aquieta e dorme… Beni ainda demora para conseguir se manter mais calmo, mas aos poucos vai se entregando ao cansaço.

E eu aproveito para tomar um banho relaxante enquanto eles curtem a presença dos avós.

Ontem especialmente, estava quase sem energia. Um cansaço me atingia e eu só pensava no quão desafiador é criar filhos, no quanto existem fases que são tão mais penosas, e pude contar com os ouvidos compreensivos da minha mãe, que me ouviu e me aconselhou.

Agradeci por tê-la aqui comigo. Por ter colo e carinho, palavras de conforto.

Estou há alguns dias tentando marcar de ver alguns amigos, mas ninguém tem tempo disponível. Cada um seguindo com suas lutas, seus afazeres, seus compromissos.

Mas tem dias que a gente precisa mesmo é desta conversa física, olho no olho, abraço, um “calma filha, é uma fase que vai passar!”.

Saímos de lá depois de pedir a bênção, e sei que ela orou com mais afinco. Arrisco até dizer que acendeu uma vela, porque hoje acordei bem melhor.

E por mais que a vida às vezes esteja de cabeça pra baixo, saber que os tenho e que tenho esta rotina confirmada às quartas faz meu coração vibrar muito.

Eu amo vocês, pais.

Publicado em Amor multiplicado, Experiência, Família, Filhos, Gratidão, Maternidade real, Mãe de dois, Pais e filhos

Viajando com amigos.

Atibaia, 09 de abril de 2018.

Ouvindo “Toda forma de amor” – de Lulu.

 

No último final de semana, fomos convidados para viajar com alguns pais e filhos da escolinha dos meninos para Peruíbe. Fiquei muito animada porque sempre quis que uma viagem como essa acontecesse, mas sequer imaginava o quanto seria bom e inesquecível!

A antiga Lillian talvez ficasse irritada por ter querido viajar na sexta mas ter ido apenas no sábado. Já disse aqui no blog em outra ocasião que tenho tentado pegar mais leve comigo e esta foi mais uma oportunidade de colocar este desejo em prática. (De pouquinho em pouquinho…) 

Chegamos por volta de 12h e fomos encontrar os amigos na praia. Dava gosto de ver a alegria das crianças por estarem juntas. Tudo contribuiu: o céu estava ensolarado, a praia vazia, o mar tranquilo e quentinho.

É impressionante a verdade por trás do conselho: “não crie expectativas!”. A verdade é que tudo se torna mais leve e feliz.

Papeamos, trocamos experiências e curtimos muito – nós e as crianças.
São estes momentos que ficam eternizados no coração.

Teve sol. Teve mar quentinho. Teve caldo. Teve cervejinha. Teve caipirinha. Teve tequila (!). Teve risada. Teve milho. Teve açaí. Teve suco. Teve bolo. Teve churrasco. Teve café quentinho. Teve banana com canela e caramelo. Teve salgadinho de legumes. Teve chá. Teve alegria. Teve birra. Teve noite bem dormida (♥). Teve abraço apertado. Teve despedida. Teve agradecimento. Teve desejo de boa sorte. Teve presença. Teve celular só pra registrar este momento. E teve retorno mais cedo.

Depois do sufoco que passamos na nossa primeira viagem juntos (os 4!), sempre optamos por viajar na hora do soninho das crianças. Você pode entender o motivo clicando aqui – rs. (Vale a pena se quiser ler sobre maternidade real!)

14 pessoas e grandes momentos. Valeu cada minuto. Ô se valeu!

Viajar é cura! Se for para ver o mar então… 🙂

Meu beijo,
L.

 

Publicado em Casamento, Coragem, Desafios, Desafios do casal, Desafios do casamento, Emoção, Escolhas da vida, Família, Gratidão, Transformação

Qual a parte que me faltava?

Atibaia, 19 de março de 2018.

Ouvindo “Nó” – O Terno [Ouça você também! Adoro esta música!]

 

Este blog vai ficar extenso… é que era pra ele ter saído na semana passada, mas na hora de colocar os meninos pra dormir às 20h30, fui junto e só acordei no dia seguinte.

Três semanas atrás, fomos em família ao mercado no sábado, por volta de 19h. Normalmente fazemos isso aos domingos, mas não naquele final de semana.

Chegando lá nos deparamos com várias turmas e casais escolhendo as bebidas e carnes para o churrasco na casa dos amigos, e eu francamente só conseguia pensar: “que tempo bom!”

Lembrei do início do namoro, de como tudo é maravilhoso quando estamos apaixonados, como temos disposição, olhos brilhando. Por mais que a calmaria do amor seja um sentimento bom, às vezes sinto falta da espontaneidade e da cegueira positiva que sofremos nesta fase da relação.

Tive vontade de dizer àquelas pessoas que aproveitassem aquela fase da vida; eu só pensava em tomar um pileque e ficar com a cabeça leve, mas voltei pra órbita quando ouvi “mamãe, mamãe”.

Percebi que depois deste dia, os próximos foram esquisitos. Existem fases da vida que se tornam chatas; são muitos compromissos, responsabilidade, filhos exigindo mais que o normal, trabalho com demandas infinitas, passagens chatas do casamento.

Lembro que não parava de ouvir a música “Índios” do Legião que dizia “no meu vício de insistir nessa saudade que eu sinto de tudo que eu ainda não vi… tentei chorar e não consegui…” 

E também teve… “e nesses dias tão estranhos fica a poeira se escondendo pelos cantos…”

E por ouvir Legião, eu me lembrei do escoteiro. Lembrei da minha adolescência. Das amizades. Tentei acessar pessoas daquela época pra ver se meu coração se acalmava, se eu me reencontrava, me resgatava. Foi estranho. Sofri quando percebi que tudo que vivi ficou no passado e que hoje nada mais é e nem será igual.

As pessoas de antes não são mais as pessoas de hoje. Tem vezes que me sinto um pouco ingênua demais em tentar manter certos sentimentos que um dia me fizeram bem; esqueço que algumas coisas na vida para darem certo precisam efetivamente de algo chamado re.ci.pro.ci.da.de.

É difícil isso acontecer comigo, mas diante de tanto ‘sentir’, entendi que era hora de me recolher.

Percebi que eu estava fugindo. Que eu queria acessar alguma outra versão de mim mesma que não esposa e nem mãe. Esses dois papeis me exigem muita responsabilidade… eu não queria mais ser tão responsável.

Já aconteceu com vocês?

Às vezes eu entro em colapso, especialmente quando meu casamento passa por situações estranhas. Não é culpa de ninguém, mas quando percebemos, somos soterrados pelo cotidiano, pelo dia a dia maçante, pela falta de cuidado, pela exaustão.

E aí eu sempre tento relembrar quantas já fui, quantas sou, quantas ainda serei.

Eu estava era com saudade de mim mesma. De não sentir cobranças. De viver com liberdade e tempo para fazer o que eu quisesse. Ler a hora que eu quisesse. Escrever a hora que eu quisesse. Assistir a programas de decoração e moda. Ver filmes adoráveis, sem interrupções, com calma. Ficar na rede. Caminhar tranquila. Sair, simplesmente.

Quando a vida entra nesta energia densa, eu normalmente me recupero fácil. Desta vez foi mais difícil. A gente tem que encarar nossos monstros internos, repensar o que tem nos deixado tão infelizes, sermos o mais transparente possível conosco – e com quem vive com a gente -, aceitar e acolher nossas fragilidades, lembrar que somos humanos e esperar que os dias passem para nos trazer de volta.

Era um sentimento ambíguo.
Sentia falta da Lillian do passado – livre – sem reconhecer a Lillian do presente – que enxerga beleza em tudo.

Depois de falar muito comigo mesma, as coisas começaram a se ajustar. Primeiro, em mim – depois, no outro.

Quem diria que uma simples ida ao mercado seria o estopim de mais um destes tantos momentos mais desafiadores da vida?

Quando a vida dá um nó
Não adianta sentir dó
De si mesmo

Há uma chance de um novo começo
Um tempo bom pra fazer diferente
A gente pensa que sabe da gente
Mas nunca é tarde pra abrir nossa mente

O sol voltou pra esquentar sua vida
Há um olá depois da despedida
Depois de tudo que você chorou
Lavou a alma e encontrou o amor

Passou, passou.

metamorfose

Meu beijo,
L.

Publicado em Alegria, Emoção, Experiência, Gratidão, Simplicidade

Curso de Escrita Criativa e Afetuosa – Ana Holanda

Atibaia, 26 de fevereiro de 2018.

Ouvindo “You are the best thing” – Ray LaMontagne

Estou atrasada 7 meses com este post, mas como diz o ditado: “antes tarde que mais tarde” – risos.  Sabe quando você vive uma experiência tão marcante que quer transcrever cada detalhe dela para não esquecer? Pois então.

Era maio quando o Lu encontrou o curso que Ana Holanda faria sobre Escrita Criativa e Afetuosa que aconteceria na The School of Life. Fiquei super entusiasmada mas pensei em como nos dividiríamos para participar, já que não contamos com a ajuda de ninguém para olhar Beni e Mimi. “Daremos um jeito” – ele disse, enquanto segurava minhas mãos. E pouco tempo depois, a confirmação deste grande presente para nós dois chegou em meu e-mail.

Minha super cunhada ajudou na missão. E assim, fomos felizes e tranquilos aprimorar nossos exercícios de autoconhecimento e prática da empatia.

O curso aconteceu no dia 8 de julho.

8, número infinito. Assim como as emoções que senti naquele dia.

Normalmente, realizava cursos online. Além de mais baratos, era uma maneira onde conseguia me organizar para assistir mesmo com os meninos em casa. O Lu, no entanto, sempre insistia na importância de estar um ambiente com outras pessoas, para conhecer suas histórias, trocar experiências.

Histórias… Quantas histórias!
Fazia tempo que não chorava tanto ao ouvir alguém se apresentar.

Acha que minha sensibilidade estava exacerbada? Então veja se não tenho motivos: 

A irmã estava lá porque o irmão havia falecido e deixado dois sobrinhos de 2 e 4 anos; ela queria aprender a contar de uma forma afetuosa o legado dele.
A mãe solo estava lá para aprender a escrever um livro para o pai do filho que não aceitou ser pai.
A esposa que ficou viúva há pouco tempo e que para sair do luto quer usar a escrita em seu processo de renascimento e fé.
A menina que perdeu o pai com câncer e quer ajudar outras pessoas a passar por isso.
A empresária bem sucedida que se encontrou na escrita por meio das novas estórias que precisou criar para a filha aquariana que não gostava dos contos tradicionais.
A menina de 13 anos que é muito sensível e sente como uma esponja; ela deseja escrever para aprender a lidar melhor com suas emoções.

E mais tantas outras…

Foi a apresentação mais linda e cheia de sentimentos que já participei. Ninguém teve medo de falar sobre suas vulnerabilidades e se expressaram da forma mais genuína possível. Não sei se era o local, se era o propósito, mas eu sei que foi lindo! Fez meu coração vibrar muito!

O curso começou…

“Um texto é reflexo de nossa alma e daquilo que somos. Existe um pouco de cada um de nós nas palavras que colocamos no papel.”

Sensibilidade. Sutileza. Amor. Presença. Olhar e enxergar.

Durante todo o dia, fomos motivados a acreditar em nossas ideias e a enxergar beleza até nas narrativas mais simples. Se prestarmos atenção, há tantas delas ao nosso redor. Tantas árvores, tantos passarinhos cantando, tantas formas de céus, tantas pessoas sorrindo, tantas músicas favoritas tocando na rádio que sequer enxergamos como presente, tantas mensagens inesperadas de quem amamos, tantos instantes mágicos que fazem com que cada dia seja único.

Aprendemos muito sobre a grandeza das pequenas coisas.

Deixo aqui parte da bibliografia e autores citados :

  • Livro A Coragem de Ser Imperfeito – de Brené Brown
  • Livro Por uma vida com mais reparos – de Márcio Vassallo
  • Livro A vida que ninguém vê – de Eliane Brum
  • Artigo A descolonização do olhar – por Marcelo Rosenbaum
  • Série YouTube O Valor do Feminino: Humanidade [Em mim] 
  • Autores: João Anzanello e Michael Pollan 
  • Perfis Instagram: @clubedobordado, @parisianfloors, @calcadassp, @olhaoqueeupiso, @humansofny

Foi um grande prazer conhecer tantas pessoas incríveis que até hoje mantenho contato: Fê, Carol, Bruno, Mari, Tati, Adriana, Silvia.

Senti-me feliz em ter estado em contato com aqueles que, assim como eu, levam o “sentir” a sério. Com amor e sensibilidade vamos curar o mundo! ♥

20170709_194821.jpg

Foi mesmo inesquecível. Recomendo fortemente que todos façam este curso.
Ele fica gravado na alma.

Meu beijo,
L.

Publicado em Gratidão, Thanksgiving

Thanksgiving – exercite a gratidão!

Atibaia, 23 de novembro de 2017

Ouvindo Claire de Lune – Carol Rosenberger

Enquanto escuto esta que é uma de minhas músicas preferidas para trabalhar e começo a desenhar para o próximo ano as estratégias para os clientes que hoje atendo na agência, sinto-me preenchida por um sentimento de gratidão inexplicável!

Hoje – no dia de Ação de Graças – tenho pessoalmente como um dia especial para listar todos os meus maiores agradecimentos, e a cada ano os itens aumentam consideravelmente, as pessoas pelas quais passam em minha vida e me transformam também.

Ano passado, como poderia imaginar tamanha mudança em minha vida?

Como poderia imaginar que meu blog alcançaria alguém que fosse enxergar além do meu propósito de apenas registrar publicamente as dores e delícias do viver!

Pois fui merecedora. Fui merecedora de iniciar este projeto trabalhando com a escrita de maneira profissional. Fui apresentada a uma série de novas possibilidades onde a cada dia, recebo um novo aprendizado.

Mais que o presente de um novo ofício, ganhei o maior de todos os presentes: o TEMPO. O tempo com a família completa. Depois de quase 10 anos de espera, fomos agraciados. Trabalhar junto do Lu, levar e buscar as crianças na escola, fazer parte da rotina deles, o que parecia uma grande utopia, foi criando forma, se desenvolvendo, ganhando força e finalmente… aconteceu!

Entre as tantas pessoas-Anjo que conheci e que me ensinaram e deixaram tanto delas comigo, dedico este dia de agradecimento à Cris e ao Bruno, pessoas incríveis que me ensinam tanto!

Não posso de maneira alguma deixar de agradecer aos meus pais e sogros que estão sempre presentes, ao meu marido por toda esta caminhada de obstáculos, subidas e descidas com grandes emoções; aos meus filhos-mestres que me dão o maior desafio de todos: o da educação; as Andreia, Érica, Lúcia e Dani que cuidam daquelas crianças como se fossem seus filhos e possuem um carinho e um amor tão perceptível a olhos-nu; a Val que semanalmente me traz paz e uma hora e meia semanais de cuidado comigo mesma; à Renata que fez com que eu me apaixonasse pelo Pilates e também por me motivar a cuidar de mim; a Camila por me deixar sempre linda; a Jackie por cuidar dos meus cabelos; a Gabi por ter tanta sinergia comigo no trabalho; aos clientes desafiadores que me ensinam a passos duros qual deve ser o meu próximo passo de aprendizado; a Paula e Flavinha, por seguirem sonhando e realizando comigo; a Isa e Li, por serem as minhas amigas-irmãs que estão muito mais perto que possa imaginar; ao Ro e a Bruna por terem proporcionado um dia tão inesquecível para mim e para o Lu (embora o dia inesquecível fosse deles); ao Léo, Mari, Fabi, Ro, Tati, Edu por serem amigos tão especiais; a Talita e Thaís, por serem duas das pessoas que mais me conhecem; a Lie, por mesmo longe e há tanto sem ver, me trazer uma energia única; a Nani, por me fazer apaixonar pela área da educação; a Magda, por me permitir realizar a minha monografia sobre o Terra Brasil; a Tati, por ter sido uma grande orientadora durante todo este processo.

Mãezinha do Céu Amada, obrigada por ser nossa guia protetora, nossa energia iluminadora.
Ao Universo e estudos sobre a física quântica, que nos provam diariamente que tudo e absolutamente tudo depende nós.
A Deus por nos conceder mais um ano de saúde e união.

Gratidão pela oportunidade de viver e ser uma eterna aprendiz.

E você? Pelo que é grato?

Meu beijo,
L.

 

Publicado em bebê, Coragem, Desafios do casamento, Família, Filhos, Gratidão, Maternidade real, Mãe de dois, Mães, Pais e filhos

Os benditos 3 meses – Texto de 30.05.2016

Atibaia, 30 de maio de 2016.

Ouvindo “O Seu Olhar” – Seu Jorge

Oito dias atrás, foi mêsversário dos meus Pequenos Príncipes. Beni completou 1 ano e 10 meses e Guel finalmente completou seu primeiro trimestre de vida.

Eu já era mãe quando Miguel chegou. E foi impressionante o quanto fui/sou exigida de tantas e outras formas sendo mãe de dois. Lidar com um recém nascido é bem mais fácil quando já se sabe o que vem pela frente. O dia a dia é bem tranquilo e não há mais desespero com um choro mais forte ou o mais fraquinho, que indica a hora do sono.

A parte mais difícil sobre a chegada do Miguel foi lidar com emoções, especialmente as emoções do meu primogênito Benício.

Nestes três meses, vivi o que até agora foi o período máximo de exaustão. Noites maldormidas, filhos ficando doentes e exigindo colo, carinho e atenção redobrados, um dos períodos mais desgastantes no trabalho de meu marido e eu me sentindo impotente, sem saber o que fazer diante de tantas coisas que fogem ao controle.

Os “sinais” escondidos sempre me dizem: ‘acredita! tenha mais fé!’. E assim, vivendo um dia de cada vez, como se a ampulheta das 24 horas girasse a cada novo badalar da meia-noite, fomos seguindo, vivendo na exaustão temporária por ter dois bebês em casa com uma dinâmica totalmente diferente, mas também experimentando aqueles momentos mágicos únicos que nos renovam: as primeiras palavras do filho mais velho, os primeiros sorrisos e gargalhadas do filho mais novo, os abraços em família e nossos apertos na pequena grande cama de casal.

Não dá pra dizer que é o período mais fácil de minha vida, mas tenho preferido olhar com olhos de poesia cada pedido de colo e chamado de “mamãe” no meio da madrugada.

Meu único pedido ao Universo é que estejamos sempre cercados pela saúde. Para tudo, absolutamente TUDO se dá jeito na vida com saúde. O sono a gente recupera nos próximos anos… agora é hora de construir uma infância feliz e presente para nosso melhor legado: nossos filhos.

E que o ‘ENTREGO. CONFIO. ACEITO. AGRADEÇO.’ esteja cada vez mais presente e intrínseco em meus dias, meus pensamentos, meu caminhar…

Espalhamos o que somos. Simples assim.

Minha família é meu bem mais precioso ♥ Que venha a merecida onda zen…

escolher-alarme-casa_0

Dentro do círculo infinito da divina presença que me envolve inteiramente, afirmo: há uma só presença aqui, é a da Harmonia, que faz vibrar todos os corações de felicidade e alegria. Quem quer que aqui entre, sentirá as vibrações da Divina Harmonia. Há uma só presença aqui, é a do Amor. Deus é o Amor que envolve todos os seres num só sentimento de unidade. Este recinto está cheio da presença do Amor. No Amor eu vivo, me movo e existo. Quem quer que aqui entre, sentirá a pura e santa presença do Amor. Há uma só presença aqui, é a da Verdade. Tudo que aqui existe, tudo que aqui se fala, tudo que se pensa é a expressão da Verdade. Quem quer que aqui entre, sentirá a presença da Verdade. Há uma só presença aqui, é a da Justiça. A Justiça reina neste recinto. Todos os atos aqui praticados são regidos e inspirados pela Justiça. Quem quer que aqui entre, sentirá a presença da Justiça. Há uma só presença aqui, é a presença de Deus o Bem. Nenhum mal pode entrar aqui. Não há mal em Deus. Deus, o bem, reside aqui. Quem quer que aqui entre, sentirá a presença divina do Bem. Há uma só presença aqui, é a presença de Deus a Vida. Deus é a Vida essencial de todos os seres. É a Saúde do corpo e da mente. Quem quer que aqui entre, sentirá a divina presença da Vida e da Saúde. Há uma só presença aqui, é a presença de Deus a Prosperidade. Deus é Prosperidade, pois Ele faz tudo crescer e prosperar. Deus se expressa na Prosperidade de tudo o que aqui é empreendido em seu nome. Quem quer que aqui entre, sentirá a divina presença da Prosperidade e da Abundância. Pelo símbolo esotérico das Asas Divinas estou em vibração harmoniosa com as correntes universais da Sabedoria, do Poder e da Alegria. A presença da Divina Sabedoria manifesta-se aqui. A presença da Alegria Divina é profundamente sentida por todos os que aqui penetram. Na mais perfeita comunhão entre o meu Eu Inferior e o meu Eu Superior, que é Deus em mim, consagro este recinto a mais perfeita expressão de todas as qualidades divinas que há em mim e em todos os seres. As vibrações do meu pensamento são forças de Deus em mim, que aqui ficam armazenadas e daqui se irradiam para todos os seres, constituindo este lugar um centro de emissão e recepção de tudo o quanto é Bom, Alegre e Próspero.
Assim Seja!

Publicado em Casamento, Escolhas da vida, Família, Filhos, Gratidão

Fotógrafos de uma vida – Texto de 30.03.2016

Atibaia, 30 de março de 2016.

Ouvindo “Passarinhos” – Emicida + Vanessa da Mata

Eu queria começar a seção de fornecedores dando uma dica aos solteiros, namorados, casados, recém-casados, grávidos, pais de primeira, segunda, terceira viagem: INVISTAM EM UM FOTÓGRAFO! Cada um tem seu próprio estilo e quando encontramos um que nos sentimos a vontade e acertam nosso jeito de ser, até mesmo os menos adeptos ficam apaixonados com o resultado e com todo momento de descontração envolvidos durante os flashes.

A fotógrafa da minha família é minha grande amiga Mimas (você pode conhecer mais do trabalho dela clicando aqui)

Nossa amizade não é daquelas comuns com encontros múltiplos e contato imediato direto; tudo é quase místico: trocamos pensamentos, nos fazemos rir alguns dias com – hoje – troca de mensagens através do whatsapp e mimos inesperados.

Ela se tornou fotógrafa da minha família sem querer. Eu morava em São Paulo e ela também. Trabalhávamos no mesmo condomínio e nem assim conseguíamos nos ver, mas até que os e-mails eram constantes. Eu adorava quando ela me escrevia com normalidade sobre o quanto se enjoava rápido de pessoas e situações – rs (que bom que eu ainda permaneço em sua vida). Já os meus depoimentos eram sempre dramáticos e românticos. O amor sempre precisou ser latente em minha vida, desde que me conheço por gente. É quase levar ao pé da letra a canção de Roberto: “se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi!”.

Um dia, numa dessas trocas de e-mail, contei que ia me casar. Eu e o Lu vivíamos com a grana contada, já morávamos juntos e pagar apartamento e mobiliar a casa não nos deixou com sobra. Não importava. Tínhamos exatos mil reais para pagar papelada do cartório e comemorar no estilo mais simples e acolhedor: um bom churrasco para os amigos, com carne e chopp contados mas muito amor no coração.

E então, ela me disse: “amiga, posso te dar as fotos de presente?”

Foi algo tão inesperado e feliz! E dia 20 de junho de 2009, ela estava lá com mais lágrimas nos olhos que no foco da máquina e sem chegar muito perto do juiz de paz que ela dizia parecer o Mestre dos Magos (nunca me esqueci disso!)

Depois do nosso primeiro casamento, já fizemos mais alguns ensaios inesquecíveis dentro dos pacotes de serviços que ela oferece: o ‘home sweet home’, o ‘VIP’ – que até então não era um projeto autoral e o mais especial, o ‘Fotocute’. Ela sempre me faz sentir linda, mesmo quando não estou lá essas coisas e a habilidade que ela tem em deixar sempre a vontade faz com que eu me torne uma adicta compulsória de seus ensaios.

Fotografias amadoras tem seu valor e não nos deixam perder nenhum momento, mas existem certas ocasiões na vida que merecem um registro que vá além do que os olhos físicos podem enxergar: eles captam a intensidade do sentimento vivido no momento. São verdadeiras preciosidades!

E é por isso que eu recomendo fortemente que você escolha um fotógrafo para o registro especial dos melhores e mais marcantes momentos de sua vida!

Deixo aqui um pouco dos tantos dias felizes que tive a honra de viver nestes meus 30 anos de caminhada.

Mimas querida, OBRIGADA por existir em nossas vidas.

Publicado em Alegria, Amor multiplicado, Ano novo - reflexões, bebê, Casamento, Coragem, Desafios, Emoção, Escolhas da vida, Experiência, Família, Filhos, Gratidão, Mãe de dois, Mães, Pais e filhos, Reflexões de ano novo, Segundo filho

Tchau, 2016. Oi, 2017!

Atibaia, 22 de dezembro de 2016.

Dezembro. Último mês deste ano que nem vimos passar.

Foi um ano dificilmente especial…

Janeiro começou com encontros de amigos; quis reunir o quanto pude todos eles em casa porque sabia que o primeiro ano na fusão mãe-bebê é especialmente isolador. Era o último mês de Miguel em minha barriga e meu Deus, como esta gestação passou rápido!

Fevereiro veio e com ele um carnaval animado, em família, acolhedor e divertido, destas coisas simples que são capazes de marcar nossas vidas. Neste mês, lembro muito particularmente de três episódios: o primeiro, no terceiro domingo, onde eu, Lu e Beni fomos passear pela praça da Matriz. Eu ali, emocionada, me despedindo da barrigona e vibrando luz e amor para um parto tranquilo. Que sensação! Que mistura de sentimentos!

O segundo aconteceu no nascimento de Miguel, na bênção dele ter chegado com saúde, no respeito pelas minhas escolhas, no receber pessoas no hospital como sempre sonhei e no não desgrudar do meu menino. Deus preparou para mim este grande presente, para tirar tudo que havia ficado de memória ruim no pós parto do Beni. Minha gratidão foi infinita!

E o terceiro, como não podia deixar de ser, deu-se no primeiro encontro entre os irmãos. Nunca vou esquecer daquele momento, do amor sendo construído pelo Mimi e da angústia que eu sentia em saber que Beni ia precisar de tempo e espaço para se acostumar, se adaptar a nossa nova realidade familiar. No meio de tanto sentimento, agradeci a Deus por ter tido a oportunidade de amamentar. E por ter tido um puerpério mais tranquilo.

Em março, ganhamos de presente da Mimas nossa primeira sessão de fotos em família. Foi muito especial registrar depois de 19 dias do nascimento do meu Pequenino o caos e o amor compartilhado, o sorriso tímido do Beni, o olhar de quem ainda não estava entendendo o que acontecia. Foi um mês de grande turbulência emocional. Os dois ficaram muito doentes, assim como eu e o Lu. Mas, dia após dia, tudo passou.

Em abril, mais desafios. Beni teve sua primeira estomatite. Começou a ter terror noturno. Mimi com bronquiolite. Os dois precisando de tantos cuidados e eu mesma precisando precisando tanto de uma pausa. Chorei. Como eu chorei! Mas também ficou pra trás. Sorte ter sido mês da Páscoa – o santo chocolate ajudou muito. O que valeu muito neste mês foi a visita da nossa amiga amada Dezinha, que veio conhecer o Mimi, contar sobre sua nova vida e onde passamos um dia muito gostoso, só com um bom papo, um bom vinho e boas risadas.

Maio veio para florescer o primeiro trimestre desafiador e nos presenteou com momentos mágicos, encontros com amigos, dia das mães especial, nossa primeira ida ao parque juntos em família, nossa primeira ida a Aparecida do Norte para agradecer a nossa Mãezinha por tantos desafios enfrentados e superados. Foi um mês e tanto. Também recebi auxílio divino para me mostrar um meio de conseguir me sentir eu mesma, e a propaganda de um curso sobre Gestão Escolar pela Esapq/USP apareceu bem na minha frente. Iniciei meus estudos no MBA e passei a me sentir muito feliz por voltar a estudar e fazer algo por mim.

Junho foi muito esperado. Alguns episódios muito significativos marcaram este mês.
Viajamos pela primeira vez para celebrar nosso primeiro aniversário de casamento com a família completa. Foi um final de semana inesquecível, onde eu e o Lu pudemos enfrentar dores e delícias de viajarmos sozinhos com nossos filhos com demandas totalmente diferentes. Foi amorosamente enlouquecedor! Outra vivência marcante, aconteceu na festa da lanterna da escola do Beni; eu e o Lu vivíamos a exaustão que ter dois filhos em casa traz, e nesta festa nos emocionamos muito quando nos foi pedido que colocássemos todos os desafios enfrentados em um papel para que o fogo levasse e restabelecesse a harmonia e o amor; chorei muito, me emocionei muito. Parece ter sido uma resposta à renovação de esperanças que eu pedia a Deus. Ficou marcado no coração! Além disso tudo, conseguimos almoçar juntos no Dia dos Namorados. Simplicidades da vida, tão valiosas. E pra fechar um mês abençoado, teve também um show gratuito em SP só com meu Amado do Paralamas, Kid Abelha e Nando Reis, onde fui presenteada com a presença de Dado Vila Lobos tocando Legião, o que me fez EXPLODIR de amor.

Em julho fomos abençoados com dias de sol absoluto em nossa semana de férias em Brotas. Foi uma viagem muitíssimo especial onde nos conectamos com nossos Pequeninos, estávamos presentes 100% e nos divertimos muito. Cansaço a parte, foi tudo muito gostoso! Com o Lu de férias, pudemos comemorar juntos o aniversário do Beni na escolinha e preparar uma festinha simples mas muito amorosa aqui em casa. Ele ficou muito feliz e nós mais ainda por esta oportunidade de celebração da vida de nosso menino.

Em agosto, comemoramos a vida de muita gente querida. O dia dos pais foi especial. Encontramos amigos, meditamos luz pelo nosso lar, restabelecemos nosso equilíbrio, Lu entrou em seu 36° ano de vida e agradecemos a oportunidade de vivermos juntos, de compartilharmos histórias de vida e de tanto ensinamento mútuo.

Setembro, mês sempre especial: fomos ver os dragões com o Beni, que ficou encantado! Eu e o Lu tivemos nosso momento indo assistir ao musical Cartola, pré comemorando nosso 9° aniversário de namoro. Comemorei meu aniversário na praia, como sonhei. Foi muito especial a entrada dos meus 31 anos… tanto a agradecer! No dia de Cosme e Damião, tive uma visão linda: éramos eu, Lu, Beni e Mimi – todos crianças – brincando juntos e plantando árvores no quintal de casa. Foi muito emocionante este momento, porque senti uma conexão com o divino latente. Um momento mágico.

Sendo assim, em outubro, resolvi comprar as árvores para plantar. Beni não estava muito bem, de novo com amidalite, mas desta vez apesar da febre, não perdeu apetite e ficou disposto. Foi uma grande aventura pra ele plantar e regar seu pé de goiaba – sua fruta favorita – junto com o avô. Trouxemos VIDA a nossa casa através dos pés de goiaba, limão, mexerica, romã e da minha planta favorita: dama da noite. Mais uma vez, fomos a Aparecida do Norte agradecer. Pedir proteção. Renovar nossas forças de fé, nos permanecer nutridos de amor e união e nos reconectar com nossos mentores para estarmos sempre atentos ao melhor caminho a seguir, pedir que nossa intuição nos leve às escolhas determinantes com paz no coração. Também tivemos nosso segundo ensaio em família com a Mimas. Lindo. Divertido. Emocionante.

Em novembro, Mimi já estava maior e começou a engatinhar. Esta é uma fase linda de início de liberdade, mas por outro lado, não conseguia mais fazer nada sozinha. Era hora de tomar a grande decisão de colocá-lo ou não no berçário. Optamos pelo sim. Dia 29 de novembro, meu Passarinho começou seu voo junto com o Beni. E eu pude pela primeira vez estar realmente só – e como isso me fazia falta! Com esta grande oportunidade de fazer o que quisesse com meu tempo, fiz um curso chamado “Fazer a Ponte”, sobre um sistema de educação que gosto tanto próximo a Porto, em Portugal. Esperança pela educação!

 

Enfim, chegamos a dezembro. Um mês inesquecível. Dia 16, 3 meses após completar 31 anos, tive um sonho lindo, adicionado a sinais latentes sobre novas possibilidades. Isso fez vibrar e acelerar meu coração. Certas adrenalinas só fazem bem e pensar na possibilidade real da realização de um grande sonho, um grande projeto, traz grande renovação para a vida.

♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥

Faço sempre questão de olhar carinhosamente mês a mês para relembrar o quanto Deus age em meu dia a dia, o quanto termos fé e buscar equilíbrio é sempre fator crucial para vivermos bem. Se olharmos sempre para o plano geral, muitas vezes só enxergaremos cansaço em nosso dia a dia, mas existem tantos momentos mágicos escondidos em cada virada das 24 horas que só podemos agradecer por tamanhos presentes diários.

Além de tudo que nos aconteceu, tivemos saúde, disposição para enfrentar os desafios e arregaçar as mangas para pensar em possibilidades para o que sabemos que pode ser mudado, transformado, melhorado.

Pra mim, foi um ano BOLHA. Poucos amigos restaram, mas os que ficaram são de uma qualidade tremenda, que trazem paz e aconchego ao meu coração quando preciso de auxílio ou colo, e que vibram quando divido alegrias! Fiquei em minha própria casa grande parte do tempo e isso me ajudou a fortificar meu lar, fortificar meus laços comigo mesma e com minha família, minha maior bênção. O que vivi com meu marido e meus filhos é inexplicável, é uma experiência única onde cada um aprendeu e ensinou muito e por toda esta vivência me sinto lisonjeada. Pelo meu abrir de olhos. Por buscar novos conhecimentos. Pela capacitação. Por enxergar tantas possibilidades. Pelo início da quebra de tantos bloqueios emocionais. Pela quebra das amarras. Por tudo.

E por ainda termos tanta vida pela frente, e por ter sonhado com ela esta noite, tenho como minha música do ano Vilarejo, da Marisa Monte.

Que o vento bom areje e permaneça.

E que os Anjos digam Amém.

Minha mensagem de fim de ano, enviada pela minha mãe para mim, é o que eu desejo a vocês:

“Eu estive pensando sobre o que poderia desejar-lhe além das bênçãos de saúde e felicidade; te desejo um ano abençoado por Deus com festas e comemorações, com pais saudáveis e filhos felizes. Desejo-lhe tranquilidade e noites bem dormidas. Jornais com boas notícias e projetos de paz. Desejo-lhe muitos cafezinhos cheios de boas conversas, livros bem lidos e trabalhos bem feitos. Que as idas a farmácia sejam por cosméticos e não remédios e que as idas ao mercado sejam por chocolates e não por dietas. Eu quero que você seja amada, querida e respeitada. Que os homens da sua vida te tirem o batom e não o rímel. Te desejo tantas coisas… boas mamografias, bons exames médicos e se necessitar de injeções, que sejam de botox e não de antibióticos. Que ninguém te faça chorar e que você cante bem alto no carro quando estiver sozinha. Que tenhas um ano com férias, feriados, viagens e escapadelas. Que não te falte nada e que não te roubem nada. Desejo-lhe risadas e gargalhadas, daquelas que fazem chorar. Risos daqueles que afugentam os medos e eliminam as rugas…Te desejo mel nos seus desafios e mel nos momentos amargos. Muito sucesso e saúde durante todo o próximo ano e que Deus te abençoe e te acompanhe sempre.”

 

Meu beijo,

L.

Publicado em Generosidade, Gratidão

7 meses de Benício

Atibaia, 23 de fevereiro de 2015 
Ouvindo “Que Maravilha” 
E ontem foi dia do meu filho amado completar 7 meses. Fomos comemorar levando ele pra conhecer o parque que tanto gostamos aqui em Atibaia, o Edmundo Zanoni. E eu aproveitei pra ficar babando nos meus meninos. 
São tantas coisas simples que são capazes de nos fazer felizes e plenos. Amo minha família de todo meu coração e cada instante de presença com eles me traz paz, alegria e harmonia. 
Só queria agradecer a Deus por tamanha bênção, por ser merecedora de sentir de forma genuína este sentimento tão maravilhoso que é o AMOR. 
Benício passou mais um mês com saúde e muita disposição que iniciar a descoberta do mundo ao seu redor. Senta sozinho meio desequilibrado e quando cai de repente, solta uma gargalhada irresistível. 
Seus dois dentes já apontaram pra valer e com isso o sorriso dele mudou. Parece que agora sempre quer mostrá-los. Coisa mais fofa da minha vida! 
Sigo tentando me redescobrir como pessoa para ter transparência de ensiná-lo com bons exemplos, sem cair na armadilha do ‘faça o que eu digo mas não faça o que eu faço’. Muitas vezes a gente nem percebe que se sabota. Como quando nos ensinou o diácono em seu batizado: “Não adianta pedir que seu filho não minta e pedir que ele diga ao seu amigo ao telefone que você não está em casa”. 

São coisas simples mas que nos pede atenção integral. 
Sigo mais cansada fisicamente que o normal, mas com o coração feliz com tanto aprendizado e bem. 
Obrigada, meu Deus, por tanta bênção, saúde e generosidade comigo e minha família. 
Que seja mais um mês feliz, tranquilo e com muito amor e sorrisos. 
Meu beijo, 
L,